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Lei Maria da Penha · Defesa

Defesa em medida protetiva e processos da Lei Maria da Penha em Porto Alegre

Recebeu uma intimação ou foi notificado de medida protetiva? Orientação técnica para entender a decisão, cumpri-la corretamente e exercer seu direito de defesa.

Atendimento presencial na Praia de Belas ou online, com sigilo profissional.

Esta página não minimiza a violência doméstica. Ela trata do direito à ampla defesa e ao devido processo legal, previsto na Constituição a todas as pessoas.

Situações atendidas

Em que momento podemos orientar

Notificação de medida protetiva

Afastamento do lar, proibição de aproximação ou de contato: entender exatamente o que foi decidido.

Intimação para depor ou para audiência

Preparação para o depoimento e acompanhamento no ato.

Boletim ou inquérito em andamento

Orientação desde a fase policial, antes de qualquer manifestação.

Acusação de descumprimento

Análise dos fatos e das provas sobre o suposto descumprimento (art. 24-A).

Revisão ou revogação da medida

Pedido fundamentado quando as circunstâncias que justificaram a medida mudaram.

Filhos, bens e moradia

Convivência com os filhos, retirada de pertences e reflexos patrimoniais, inclusive na Vara de Família.

Recursos

Recursos contra decisões e sentenças, conforme o caso.

Antes de tudo

Primeiro passo: cumpra a decisão

Enquanto a medida estiver valendo, cumpra-a integralmente — inclusive nas redes sociais, por mensagens e por meio de outras pessoas. Qualquer contato pode ser entendido como descumprimento, que é crime (art. 24-A). Discordâncias são levadas ao processo, por meio de advogado.

Nosso trabalho

Como o escritório atua

  1. Leitura da decisão e dos autos

    O que exatamente foi determinado, por quanto tempo e com quais fundamentos.

  2. Orientação de conduta

    O que você pode e o que não pode fazer enquanto a medida estiver vigente.

  3. Estratégia

    Manifestação no processo, produção de provas e pedido de revisão quando houver fundamento.

  4. Acompanhamento

    Depoimentos, audiências e recursos.

A defesa é construída a partir da análise individual dos fatos e das provas, sem antecipar conclusões.

Sobre o escritório

Técnica, discrição e atenção ao contexto

Com atuação em Direito das Famílias e em processos da Lei Maria da Penha, o escritório conduz a defesa técnica com discrição e atenção ao contexto de cada cliente. A proposta é oferecer orientação jurídica clara e acompanhar cada etapa com respeito ao devido processo legal, a partir da análise individual dos fatos e das provas.

Falar com o escritório agora →



Juliana

Juliana Krause Litvin

OAB/RS 83.502
Mestra em Ciências Criminais, dedica-se ao Direito das Famílias e Sucessões com sensibilidade, rigor técnico e profundo respeito pela história de cada cliente.
• Mestra em Ciências Criminais
• Pós-Graduada em Direito Processual Civil e Direito do Consumidor
• Especializada em Direito das Famílias

Juliano

Juliano Lauer

OAB/RJ 240.919 · OAB/PR 57.618 · OAB/RS 90.479
Advogado com sólida formação multidisciplinar, atua com visão estratégica em demandas complexas, unindo conhecimento jurídico, técnico e tributário a um atendimento próximo e humanizado.
• Graduado em Engenharia Civil
• Pós-Graduado em Direito Público e Direito Tributário
• Especializado em Planejamento Patrimonial

Dúvidas comuns

Perguntas frequentes

Fui notificado de medida protetiva. Vou ser preso?

A medida protetiva não é uma condenação. Mas descumpri-la é crime (art. 24-A) e pode levar à prisão em flagrante. A lei também admite prisão preventiva para garantir a execução das medidas (art. 20 da Lei 11.340/2006 e art. 313, III, do CPP). Por isso, o primeiro passo é cumprir a decisão.

A medida foi concedida sem que eu fosse ouvido. Isso é permitido?

Sim. A lei autoriza a concessão imediata, antes de ouvir a outra parte (art. 19, §1º). A defesa se manifesta depois, no próprio processo.

É possível revogar ou rever a medida?

A medida pode ser revista quando mudam as circunstâncias que a justificaram (art. 19, §§2º e 3º). O juiz analisa as provas e, em regra, ouve a vítima e o Ministério Público antes de decidir. Cada caso depende dos fatos e das provas.

Quanto tempo demora uma revisão?

Não existe prazo fixo. Depende do caso, da vara e das manifestações necessárias.

Posso ver meus filhos?

Depende do que a decisão determinou (art. 22, IV). A convivência pode ser discutida no próprio processo e na Vara de Família, sempre por meio de advogado.

Se ela quiser retomar o contato, posso responder?

A medida continua valendo até que o juiz a revogue. A concordância da vítima não afasta o crime de descumprimento (art. 24-A). Busque orientação antes de qualquer contato.

Preciso de advogado já na delegacia?

Não é obrigatório, mas é recomendável ter orientação antes de prestar depoimento.

Contato

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Retornamos pelo telefone ou WhatsApp informado.

Não descreva os fatos aqui; conversamos sobre eles no atendimento.

Se preferir, ligue: (51) 99300-3230 ou escreva para juliano@jlauer.com.br

Cada caso tem particularidades

Conte o que aconteceu e receba uma orientação inicial sobre os próximos passos.

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